Gente, mais um ano chegando ao fim e esse clima de festa assombrando por aqui. Como se não bastasse a aparição do rato invasor, outros bichinhos resolveram me fazer compania neste Natal. Hoje tinha uma armadeira ao lado do meu travesseiro, quando acordei (lembrete pra mim: chamar o moço que acaba com os bichinhos durante minha viagem).26 de dezembro de 2008
Close your mouth and open up your heart ...
Gente, mais um ano chegando ao fim e esse clima de festa assombrando por aqui. Como se não bastasse a aparição do rato invasor, outros bichinhos resolveram me fazer compania neste Natal. Hoje tinha uma armadeira ao lado do meu travesseiro, quando acordei (lembrete pra mim: chamar o moço que acaba com os bichinhos durante minha viagem).23 de dezembro de 2008
O fim do Ratatoille invasor...
Deixa eu explicar que sou daquelas que sobe nos móveis quando avista um rato, mas o que fazer com o rato EM CIMA da bancada?? Onde me esconder??
Peguei a água o mais rápido que pude e me tranquei no quarto, tentando (ao máximo) não assustar ainda mais o filhote, que também tinha visto a sombra correr. Super mãe que tento ser, dei a água pro moleque, e corri procurar alguém na minha lista de msn que pudesse ajudar. Pro meu (quase) completo desespero, apenas as meninas. Ok, era tarde, domingão, tinha agito aqui, todos no show, mas porra... ninguém pra me ajudar?! É o universo me sacaneando de novo??
Comecei a conversar com a tia Patty, que sugeriu deixar o rato ali (!!). Sem noção, mas tudo bem. A essa altura eu já tinha transformado meu quarto numa fortaleza a prova de ratos. Nem o Karatê Kid dos ratos entraria aqui...
Depois chega uma amiga, formada em veterinária, que sugeriu a adoção do rato (!!!!!!). Vamos combinar, também não gosto de violência contra animais e talz, mas cada um no seu espaço. Ele invadiu claramente os limites da minha casa, merecia cadeira elétrica. Fosse qual fosse a minha opinião, sozinha não colocaria em prática. E não aparecia ninguém disposto a me ajudar...
Até que um abençoado aparece no msn, aparentemente não estava bebendo no show, nem tinha nada melhor pra fazer. Como eu já estava desesperada 30min antes disso, pedi que ele viesse resolver o problema. Depois de muita risada (dele, claro) e a maior pagação, disse que estava vindo. PC, adoro-te!!
Quando ele chegou, eu passei a jato pela cozinha, correndo mesmo, e só abri a porta antes de subir num armário. Claro que os meninos não entendem isso, e ele se rolava de rir da minha cara, mas garanto a vocês que só pisei no chão firme quando vi o bichinho morto e pendurado pelo rabo. Até permiti que ele escolhesse a forma de matar o invasor, sendo que a mim só interessava mesmo a morte do bicho.
Que noite mais trash. Nem preciso dizer que demorei muuuuito pra conseguir dormir, sendo que o PC ainda ficou me acalmando um tempinho. Sabe aquelas frase "amigo é...". Então, não é só aquele que abre a geladeira da sua casa sem pedir, nem que se esparrama no sofá, nem que te ajuda a tirar a mesa depois da muvuca. Tem que vir matar ratos de madrugada também. Afinal, algum defeito a gente tem que ter, né??
Mais um agradecimento público ao PC!! Viva, viva!! E, pra não acharem que é pura falta de assunto pra esse blog, foi registrada a morte do ratatoille...
19 de dezembro de 2008
E os Oscar vai para...
7 de dezembro de 2008
Análise de conjuntura...

30 de novembro de 2008
E depois da tempestade... vem a chuva de sapos!!!!
No dito final de semana, eles se encontraram no sábado pela manhã, mas ele tinha ido pra casa do primo ainda na 6ª à noite. Quando foi encontrá-la no aeroporto, ela já encontrou nele vestígios da noite anterior. Quando questionado, ele só disse que o tio tinha feito uma galinhada em casa e que ele tinha ficado bebendo com os primos até beeem tarde. Pra não deixar de ser bonitinho, mostrou a roupa que tinha comprado só pra encontrá-la e tal. Sábado bem legal (ela mantém que ele é amador, mas admite que gostou muito), domingo bem legal, ele foi embora, ela veio embora.
Na 2ª feira, ela vai deixar um recado no orkut do moço quando (pasmem!!) encontra nas atualizações novas fotos dele. Nestas fotos está ele com uma moça (veja acima), usando a mesma roupa que estava quando foi encontrá-la no aeroporto... Primeiro surto. Ela, não querendo acreditar, pergunta se a foto corresponde aos acontecimentos da galinhada. Ele nega, que imagina, por que ele faria uma coisa dessas com ela, capaz... Algum tempo depois ela lembra que a bermuda que ele tá usando é uma das roupas que ele alega ter comprado pra encontrá-la!!! Chamar de amador é pouco... Descobrimos, afinal, o segredo da galinhada!! Depois do segundo surto, ela pensa bem e resolve se reaproximar do Sr. Bife, que não fazia essas ogrices. Nem preciso expressar opinião aqui, né?!
Ontem marcamos uma saidinha pra colocar a cabeça em ordem e pra que ela saísse de casa. E pra não dizer que não valeu de nada, ela está aprendendo a jogar sinuca. E planejando a viagem de férias sozinha (parabéns pra ela!!!). E jurando que alguém rogou praga e, apenas por isso, ela não consegue se relacionar com pessoas como ela. Ora, vamos registrar aqui a opinião da maioria de nós: Homem é produto quase em falta no mercado. Ou é a região onde eu moro que tem a maior concentração de ogros por m2. Histórias como essa da Tia Patty acontecem aos baldes aqui, das mais diversas formas. Aí deixo a dúvida: nós somos exigentes demais, ou esses meninos realmente acreditam que existem 10 mulheres pra cada homem no planeta e que eles podem se relacionar com as 10 simultaneamente??
23 de novembro de 2008
Quem inventou a distância não sabia o que era saudade...
14 de novembro de 2008

3 de novembro de 2008
Tia Patty foi às compras...
Sei que a gente leva fama de consumista e tal. Nem vou entrar no mérito. Mas Tia Patty me contou uma genial essa semana. Vamos do começo...14 de outubro de 2008
E o curso terminou...
No segundo dia do curso, o assunto era strip tease. Antes que eu me esqueça de registrar aqui, ninguém nunca mais xinga a Flávia Alessandra na minha frente. Verdade. Depois do último papel dela, virei fã. Quando as pessoas souberem o quanto são difíceis aqueles movimentos de strip e pole dance, ninguém mais vai dizer que mulher como ela só serve pra rebolar. Francamente, é difícil demais... Explico, pessoas descoordenadas como eu deveriam ser poupadas disso, mas nem posso dizer que foi um mico gratuito porque eu tinha me inscrito e pago pelo curso.
O primeiro exercício era simular um strip sozinha. Calculem o constrangimento. Até porque, eram 22 mulheres, como já disse, e cada uma teve que dançar um pouquinho. Tudo bem, era pra quebrar o gelo, disse a teacher. Depois disso, vieram os exercícios em dupla. Isso também foi muito divertido. Tínhamos que simular o strip olhando beeeeem dentro dos olhos de outra pessoa. Uma mulher, no caso. Não tem como ficar séria encarando uma mulher. Preconceito a parte, a cena era meiga: a turma dividida em duas e esses dois grupos distribuídos em filas paralelas, de frente uma pra outra. Isso já era bem embaraçoso, porque além de ter que encarar a coleguinha da frente, estávamos na vitrine das outras 10 da fila. Enfim... O último exercício eram as técnicas de strip. Aprender a tirar a roupa mesmo, a usar a cadeira (!!!) e toda essa parafernalha. Não vou dizer que não foi divertido, mas realmente não é fácil a dita técnica. São vários detalhes que nos condenam segundo o olhar crítico da teacher.
No dia seguinte, tínhamos as fotos. Cada aluna faria um book de playboy. Não de fotos ginecológicas, mas de fotos beem sensuais. Lá fomos nós de novo. Imaginava um clima estranho, pois não é comum pra mim tirar fotos nesses trages, ainda mais fazendo caras e bocas. Lembrei de várias playgirls que disseram que o gelo é apenas no começo, depois fica divertido. Desconfiava que não, mas fui mesmo assim. Lá, no estúdio de Deise, começou o purgatório pra mim. Cada orientação dela parecia vir em morse, ou algo assim. Não entendia nada. Segui todas as dicas, claro, mas ficava pensado qual seria o resultado. Realmente, com o tempo, foi passando o constrangimento e no final da sessão já estávamos rindo juntas. Depois de lá, continuei pensando em qual seria o resultado. Como eu me veria naquelas fotos (não tinha nem idéia de quantas haviam sido tiradas). Marcamos um horário no dia seguinte para vê-las.
No terceiro e último dia de curso, eram dicas de sexo. Não é necessário reproduzí-las aqui, assim como não é necessário comentar as risadas. A mulherada estava a mil... Última noite, conversa flui melhor, todas já se conheciam bem, e o papo andou mesmo.
Na 6ª fui ver as fotos. Gente, vocês não acreditam... Ficaram ótimas. Sem nenuma prepotência, adorei o tal book. Elas demoram a vir, como eu já esperava, mas tenho que admitir que o resultado da sessão me surpreendeu. Seja como for, somente em 2009 vou poder passar por isso novamente. Até lá, só babando nessas fotos....
6 de outubro de 2008
Coisas de gente de pouca sorte...
Hoje era o primeiro encontro. Novamente, respirei fundo, tomei coragem e fui. Chegando no local, prontinha pra me informar sobre a sala onde aconteceria a aula, dou de cara com um conhecido. Tomei fôlego, respirei, sorri e perguntei, num tom bem blasé, onde aconteceria o curso promovido pelo estabelecimento tal. Ele torceu o nariz, pensou e disse que não sabia. Ótimo, situação resolvida. Agora era só dar meia-volta, fingir que não era comigo e esperar que uma mulher passasse pela portaria para seguí-la. Simples assim. Nem havia terminado de pensar, aparece outra funcionária pra ajudar. 'Ah, o curso da fulana, é na sala B'. Pensem numa cara de deboche, um sorriso de canto e uma olhada reveladora. Foi assim que o conhecido reagiu. Como desgraça pouca é bobagem, devo ter ficado roxa, enquanto gaguejava um 'obrigada' e tentava juntar meus cacos do chão pra chegar até a tal sala B.
Explico: em cidades menores esses cursos são mais camuflados. Não moro numa cidade propriamente pequena, mas suficientemente conservadora. Consegui visualizar perfeitamente o conhecido comentando, com outros conhecidos, que tinha me visto entrar no curso citado, com riqueza de detalhes. Inferno!! Mas não voltaria dali. Cheguei na sala, fiz minha inscrição e comecei a pensar numa desculpa convincente pra despejar sobre quem viesse me perguntar qualquer coisa. Até encontrei algumas. Mas pensei 'dane-se' e esperei, sentadinha, a chegada da facilitadora.
A abençoada chegou, toda bonitona, no mesmo estilo das fotos exibidas no site. Conversou um pouco sobre as diferenças entre o universo feminino e masculino, deu dicas básicas e imprescindíveis pra vida conjugal, a conversa foi esquentando e em uma hora todas nós estávamos gargalhando perante os comentários da teacher. E sair dali depois...
Quase 23:30hs, e eu teria que enfrentar a recepção, novamente. Mentalizei a cor azul, ensaiei um mantra e fui. Claro que o conhecido continuava ali, mas consegui passar no meio daquela multidão de mulheres gargalhando... Amanhã, dentro do possível, dou tchauzinho pra ele. Com cuidado, é claro, pra não tropeçar, nem escorregar, nem torcer o pé...

